{"id":66133,"date":"2026-06-24T16:39:48","date_gmt":"2026-06-24T16:39:48","guid":{"rendered":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66133"},"modified":"2026-06-24T16:39:49","modified_gmt":"2026-06-24T16:39:49","slug":"elogio-e-se-o-mais-dificil-for-receber","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66133","title":{"rendered":"Elogio: E Se o Mais Dif\u00edcil For Receber?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 algo profundamente curioso na experi\u00eancia humana que raramente nos ensinam a pensar: muitas vezes acreditamos que o sofrimento mais intenso nasce da cr\u00edtica, da rejei\u00e7\u00e3o, do abandono, da humilha\u00e7\u00e3o ou da viol\u00eancia que o outro nos dirige. Crescemos a acreditar que aquilo que nos fere \u00e9 o olhar que nos diminui, a palavra que nos ataca, a aus\u00eancia que nos abandona. E, de facto, sabemos hoje que experi\u00eancias repetidas de falha relacional deixam marcas profundas no desenvolvimento ps\u00edquico, moldando aquilo a que John Bowlby (1969) chamou <em>internal working models<\/em>: mapas internos silenciosos atrav\u00e9s dos quais aprendemos quem somos, o que esperar dos outros e, talvez sobretudo, o quanto acreditamos merecer cuidado, amor e reconhecimento. Mas talvez exista uma verdade mais desconcertante, menos intuitiva e, por isso mesmo, infinitamente mais dif\u00edcil de atravessar: para muitas pessoas, aquilo que verdadeiramente desorganiza n\u00e3o \u00e9 a aus\u00eancia de amor. \u00c9 o momento em que finalmente recebem algo bom \u2014 e n\u00e3o sabem ainda como suport\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pensemos, por exemplo, no poder aparentemente simples de um elogio. \u00c0 superf\u00edcie, um elogio parece apenas uma palavra positiva: algu\u00e9m diz-nos que admira a nossa intelig\u00eancia, reconhece a nossa compet\u00eancia, valoriza a nossa presen\u00e7a, aprecia a nossa beleza, sente-se tocado pela forma como existimos no mundo. Parece banal. Parece leve. Parece apenas um gesto agrad\u00e1vel que nos faz sentir bem. Mas a ci\u00eancia contempor\u00e2nea diz-nos algo radicalmente diferente. A neuroci\u00eancia social tem demonstrado que receber reconhecimento positivo ativa circuitos cerebrais profundamente ligados \u00e0 recompensa, \u00e0 perten\u00e7a e \u00e0 sobreviv\u00eancia relacional, incluindo o estriado ventral, o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal medial e sistemas dopamin\u00e9rgicos associados ao valor social e \u00e0 antecipa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a interpessoal (Eisenberger &amp; Lieberman, 2004). Em termos simples: o c\u00e9rebro n\u00e3o recebe um elogio como uma mera frase. O c\u00e9rebro escuta um elogio como informa\u00e7\u00e3o existencial. Escuta, sem palavras, algo muito mais profundo: <em>a tua presen\u00e7a tem valor para outro ser humano<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E \u00e9 aqui que tudo se torna extraordinariamente complexo. Porque a pergunta decisiva nunca foi se gostamos de receber elogios. A verdadeira pergunta \u00e9 outra: <em>o que acontece dentro de n\u00f3s quando algu\u00e9m nos devolve uma imagem de n\u00f3s pr\u00f3prios radicalmente diferente daquela que pass\u00e1mos a vida inteira a acreditar ser verdadeira?<\/em> Se crescemos em ambientes onde o reconhecimento foi inconsistente, onde a proximidade emocional foi imprevis\u00edvel, onde o amor esteve condicionado, onde o nosso corpo foi invadido, onde a vergonha se tornou experi\u00eancia repetida, onde o olhar do outro n\u00e3o confirmou a nossa dignidade mas antes nos ensinou a duvidar do nosso valor, ent\u00e3o algo muito particular acontece: o self organiza-se silenciosamente em torno de determinadas convic\u00e7\u00f5es profundas. N\u00e3o necessariamente conscientes. N\u00e3o formuladas em palavras. Mas inscritas no corpo, na mem\u00f3ria impl\u00edcita, no sistema nervoso. Convic\u00e7\u00f5es como estas: <em>n\u00e3o sou suficientemente importante<\/em>, <em>as pessoas acabam sempre por partir<\/em>, <em>quando preciso verdadeiramente do outro algo corre mal<\/em>, <em>ser visto \u00e9 perigoso<\/em>, <em>n\u00e3o devo esperar demasiado porque a proximidade traz sofrimento<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anos depois, algu\u00e9m aproxima-se e oferece-nos algo inesperado: reconhecimento genu\u00edno. Um elogio verdadeiro. N\u00e3o manipula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sedu\u00e7\u00e3o vazia. N\u00e3o formalidade social. Um encontro real em que outro ser humano olha para n\u00f3s e diz, expl\u00edcita ou implicitamente: <em>eu vejo em ti algo profundamente valioso<\/em>. E aquilo que seria suposto produzir apenas prazer desencadeia frequentemente algo paradoxal. Surge desconforto. Surge vergonha. Surge incredulidade. Surge necessidade de desvalorizar: <em>n\u00e3o \u00e9 nada de especial<\/em>. Surge desconfian\u00e7a: <em>deve querer alguma coisa de mim<\/em>. Surge afastamento. Porque naquele momento n\u00e3o estamos apenas a receber palavras positivas. Estamos a ser confrontados com algo infinitamente mais amea\u00e7ador: a possibilidade de que toda a narrativa identit\u00e1ria constru\u00edda ao longo de d\u00e9cadas possa estar errada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez este seja um dos aspetos mais fascinantes da mente humana. O c\u00e9rebro n\u00e3o procura necessariamente felicidade. O c\u00e9rebro procura coer\u00eancia preditiva. Como demonstram modelos contempor\u00e2neos de <em>predictive processing<\/em> (Friston, 2010), o sistema nervoso aprende padr\u00f5es repetidos e organiza-se em torno daquilo que consegue antecipar. Isto significa algo profundamente desconcertante: quando crescemos habituados a determinadas formas de sofrimento relacional, o sofrimento torna-se familiar. E aquilo que \u00e9 familiar, mesmo doloroso, torna-se neurologicamente seguro. Por isso, quando uma experi\u00eancia nova contradiz brutalmente aquilo que sempre aprendemos sobre n\u00f3s pr\u00f3prios, o organismo pode reagir como se estivesse perante amea\u00e7a. N\u00e3o porque algo mau esteja a acontecer. Mas porque algo bom est\u00e1 finalmente a acontecer \u2014 e o sistema n\u00e3o sabe ainda como viver dentro dessa nova realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez por isso tantas pessoas saibam sobreviver extraordinariamente bem \u00e0 dor e, paradoxalmente, tenham enorme dificuldade em receber cuidado verdadeiro. Algumas pessoas suportam abandono, rejei\u00e7\u00e3o, sil\u00eancio, viol\u00eancia emocional e perda durante d\u00e9cadas. Desenvolvem intelig\u00eancia emocional sofisticada para sobreviver ao sofrimento. Tornam-se observadores profundos da alma humana. Aprendem a compreender trauma, intimidade, desejo, vergonha, depend\u00eancia, luto e solid\u00e3o. Tornam-se especialistas em pensar aquilo que d\u00f3i. Mas quando algu\u00e9m se aproxima e oferece algo aparentemente simples \u2014 admira\u00e7\u00e3o genu\u00edna, ternura espont\u00e2nea, reconhecimento profundo \u2014 surge uma experi\u00eancia quase insuport\u00e1vel: n\u00e3o sabem ainda como acreditar que aquilo pode ser real.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E talvez aqui esteja uma das formula\u00e7\u00f5es mais importantes da psican\u00e1lise relacional contempor\u00e2nea. Jessica Benjamin (2004) ensinou-nos que o self n\u00e3o se constr\u00f3i apenas sendo amado. Constru\u00edmo-nos quando somos reconhecidos por outra subjetividade real. Quando outro ser humano nos v\u00ea n\u00e3o como objeto funcional, n\u00e3o como extens\u00e3o narc\u00edsica, n\u00e3o como corpo dispon\u00edvel, n\u00e3o como presen\u00e7a descart\u00e1vel, mas como algu\u00e9m cuja exist\u00eancia interna importa. Ser reconhecido significa algo muito mais radical do que ser apreciado. Significa descobrir que ocupamos verdadeiramente espa\u00e7o dentro da mente do outro. E para quem passou a vida inteira a organizar-se em torno da sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o ocupar esse espa\u00e7o, essa experi\u00eancia pode ser simultaneamente a mais bela e a mais aterradora de todas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez por isso o elogio tenha um poder t\u00e3o subestimado. Porque um elogio verdadeiro n\u00e3o nos oferece apenas valida\u00e7\u00e3o externa. Um elogio pode tornar-se uma experi\u00eancia transformadora de reorganiza\u00e7\u00e3o ps\u00edquica. Heinz Kohut (1971) mostrou-nos que experi\u00eancias consistentes de espelhamento permitem ao self desenvolver coes\u00e3o interna, ajudando-nos a internalizar a sensa\u00e7\u00e3o de sermos suficientemente valiosos simplesmente por existirmos. E quando esse espelhamento falhou precocemente, cada gesto posterior de reconhecimento torna-se muito mais do que gentileza. Torna-se uma oportunidade de reconstru\u00e7\u00e3o interna.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas para que essa reconstru\u00e7\u00e3o aconte\u00e7a precisamos atravessar algo profundamente dif\u00edcil: permitir que a experi\u00eancia positiva nos toque sem a destruir imediatamente atrav\u00e9s das nossas defesas habituais. Porque talvez o verdadeiro desafio nunca tenha sido aprender a sobreviver ao sofrimento. Talvez o desafio seja muito maior. Talvez seja aprender a sobreviver emocionalmente \u00e0 possibilidade de algu\u00e9m realmente gostar de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pense nisso com honestidade radical. Quantas vezes passamos a vida inteira a tentar tornar-nos suficientemente extraordin\u00e1rios para finalmente merecermos permanecer dentro do olhar do outro? Trabalhamos mais. Produzimos mais. Estudamos mais. Aperfei\u00e7oamo-nos incessantemente. Tentamos ser mais inteligentes, mais desej\u00e1veis, mais competentes, mais \u00fateis, mais especiais, como se, algures dentro de n\u00f3s, permanecesse uma convic\u00e7\u00e3o antiga e silenciosa: <em>se eu me tornar suficientemente valioso, talvez finalmente algu\u00e9m fique<\/em>. Mas talvez exista uma verdade infinitamente mais dif\u00edcil de aceitar. Talvez nunca tenhamos precisado tornar-nos extraordin\u00e1rios para merecer reconhecimento. Talvez o problema nunca tenha estado na aus\u00eancia de valor. Talvez o problema sempre tenha estado na incapacidade profunda de acreditar nele quando finalmente algu\u00e9m o devolve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E talvez seja precisamente aqui que come\u00e7a a cura. N\u00e3o quando aprendemos a gostar de receber elogios. N\u00e3o quando come\u00e7amos simplesmente a dizer obrigado. N\u00e3o quando melhoramos autoestima de forma superficial. A cura talvez comece no instante quase impercept\u00edvel em que conseguimos suportar uma experi\u00eancia nova sem fugir dela. O momento em que algu\u00e9m nos olha genuinamente e diz, por palavras ou por presen\u00e7a: <em>eu vejo algo profundamente valioso em ti<\/em> \u2014 e, pela primeira vez, n\u00e3o respondemos imediatamente com desconfian\u00e7a, vergonha ou afastamento. Apenas permanecemos ali. Respiramos. E deixamos uma pergunta nova nascer lentamente dentro de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>E se a hist\u00f3ria que sempre contei sobre quem sou nunca tiver sido verdade?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez o elogio tenha esse poder silencioso e devastadoramente belo. N\u00e3o o poder de nos fazer sentir especiais durante alguns segundos. Mas algo muito maior. O poder de abrir uma fissura na identidade antiga. O poder de confrontar d\u00e9cadas de cren\u00e7as constru\u00eddas em torno da dor. O poder de obrigar o sistema nervoso, o corpo e a mente a contemplarem uma hip\u00f3tese inteiramente nova.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez eu nunca tenha sido aquilo que aprendi a acreditar sobre mim. Talvez eu nunca tenha sido demasiado. Talvez eu nunca tenha sido insuficiente. Talvez eu nunca tenha sido algu\u00e9m destinado a ser apenas tolerado. Talvez eu nunca tenha precisado lutar tanto para merecer permanecer. Talvez, no lugar mais profundo da experi\u00eancia humana, aquilo que verdadeiramente nos assusta n\u00e3o seja a possibilidade de n\u00e3o sermos amados. Talvez o que verdadeiramente nos assusta seja descobrir, finalmente, que talvez sempre tenhamos sido profundamente dignos de amor \u2014 e que toda a nossa vida foi constru\u00edda precisamente para n\u00e3o conseguirmos acreditar nisso. E talvez seja exatamente por isso que, \u00e0s vezes, as palavras mais dif\u00edceis de receber n\u00e3o s\u00e3o aquelas que nos ferem. S\u00e3o aquelas que nos devolvem, pela primeira vez, a possibilidade radical de come\u00e7armos a existir de forma diferente dentro de n\u00f3s pr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">**Porque h\u00e1 pessoas que aprenderam a sobreviver \u00e0 dor durante toda a vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas ainda est\u00e3o lentamente a aprender a sobreviver ao amor quando ele finalmente chega.**<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Refer\u00eancias <\/strong><br>Benjamin, J. (2004). <em>Beyond doer and done to: An intersubjective view of thirdness<\/em>. Psychoanalytic Quarterly.<br>Bowlby, J. (1969). <em>Attachment and Loss: Vol. 1. Attachment<\/em>. Basic Books.<br>Eisenberger, N. I., &amp; Lieberman, M. D. (2004). Why rejection hurts: A common neural alarm system for physical and social pain. <em>Trends in Cognitive Sciences<\/em>.<br>Friston, K. (2010). The free-energy principle: A unified brain theory? <em>Nature Reviews Neuroscience<\/em>.<br>Kohut, H. (1971). <em>The Analysis of the Self<\/em>. International Universities Press.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 algo profundamente curioso na experi\u00eancia humana que raramente nos ensinam a pensar: muitas vezes acreditamos que o sofrimento mais intenso nasce da cr\u00edtica, da rejei\u00e7\u00e3o, do abandono, da humilha\u00e7\u00e3o&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-66133","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 4.9.9 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"description\" content=\"H\u00e1 algo profundamente curioso na experi\u00eancia humana que raramente nos ensinam a pensar: muitas vezes acreditamos que o sofrimento mais intenso nasce da cr\u00edtica, da rejei\u00e7\u00e3o, do abandono, da humilha\u00e7\u00e3o ou da viol\u00eancia que o outro nos dirige. 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