{"id":66131,"date":"2026-06-22T15:54:56","date_gmt":"2026-06-22T15:54:56","guid":{"rendered":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131"},"modified":"2026-06-22T17:00:27","modified_gmt":"2026-06-22T17:00:27","slug":"e-se-aquilo-que-mais-nos-faz-sofrer-for-precisamente-aquilo-que-esta-a-tentar-impedir-nos-de-sentir-a-verdade-sobre-quem-somos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131","title":{"rendered":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por diminuir a intensidade daquilo que nos angustia. Mas talvez uma das verdades mais desconfort\u00e1veis sobre a vida ps\u00edquica seja precisamente a oposta: muitas vezes, aquilo a que chamamos sofrimento n\u00e3o constitui a express\u00e3o prim\u00e1ria da doen\u00e7a. Constitui, na verdade, a mais sofisticada tentativa de sobreviv\u00eancia que a mente conseguiu construir para impedir que entremos em contacto com algo infinitamente mais amea\u00e7ador. Talvez n\u00e3o soframos porque estamos a colapsar. Talvez soframos precisamente porque alguma parte profunda do nosso psiquismo est\u00e1 a trabalhar desesperadamente para impedir esse colapso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A depress\u00e3o, por exemplo, \u00e9 frequentemente descrita como perda de energia vital, retraimento, vazio, desesperan\u00e7a e diminui\u00e7\u00e3o progressiva da capacidade de investir no mundo. Contudo, reduzir a depress\u00e3o apenas a um estado deficit\u00e1rio representa ignorar a extraordin\u00e1ria intelig\u00eancia defensiva que o aparelho ps\u00edquico pode desenvolver quando confrontado com experi\u00eancias emocionais demasiado precoces, demasiado intensas ou demasiado devastadoras para serem metabolizadas. Em muitas organiza\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas, particularmente naquelas marcadas por trauma relacional cumulativo, falhas profundas de reconhecimento emocional, neglig\u00eancia afetiva ou aus\u00eancia de contin\u00eancia suficientemente segura durante o desenvolvimento, a depress\u00e3o n\u00e3o surge apenas como sofrimento. Surge como uma arquitetura interna de conten\u00e7\u00e3o. Surge como a forma poss\u00edvel de diminuir a intensidade da vida emocional para impedir experi\u00eancias ainda mais primitivas de fragmenta\u00e7\u00e3o subjetiva, desintegra\u00e7\u00e3o ps\u00edquica ou colapso interno (Winnicott, 1965; Green, 1983). Por vezes, o organismo aprende algo radicalmente simples e profundamente tr\u00e1gico: continuar a sentir plenamente pode ser demasiado perigoso. E assim, em vez de enlouquecer, aprende a desligar progressivamente partes inteiras da experi\u00eancia de existir. O sujeito n\u00e3o deixa necessariamente de viver porque perdeu o desejo de viver. Muitas vezes deixa de viver plenamente porque alguma parte interna compreendeu, muito cedo, que a intensidade emocional total poderia aproxim\u00e1-lo perigosamente de formas de sofrimento ainda menos suport\u00e1veis. A depress\u00e3o, nesses casos, deixa de ser apenas patologia. Passa a representar o pre\u00e7o ps\u00edquico pago para n\u00e3o enlouquecer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas existe um paradoxo ainda mais profundo. Se determinadas formas de sofrimento constituem solu\u00e7\u00f5es defensivas destinadas a proteger-nos de experi\u00eancias emocionais insuport\u00e1veis, aquilo que chamamos cura deixa inevitavelmente de ser um processo linearmente agrad\u00e1vel. Porque curar implica desmontar precisamente os sistemas internos que durante anos garantiram a sobreviv\u00eancia poss\u00edvel. Talvez uma das maiores contribui\u00e7\u00f5es da psican\u00e1lise contempor\u00e2nea tenha sido precisamente demonstrar que pensar, no seu sentido mais profundo, nunca foi uma atividade puramente intelectual. Pensar significa metabolizar experi\u00eancia emocional. Significa transformar estados brutos, fragmentados, ainda n\u00e3o simbolizados, em experi\u00eancia ps\u00edquica pass\u00edvel de ser integrada na continuidade do self (Bion, 1962). E \u00e9 precisamente aqui que emerge uma das experi\u00eancias mais dolorosas do crescimento psicol\u00f3gico genu\u00edno: come\u00e7ar verdadeiramente a pensar pode doer muito mais do que permanecer aparentemente doente. Porque aquilo que antes permanecia dissociado, anestesiado, evacuado atrav\u00e9s de compuls\u00f5es, depend\u00eancias relacionais, adapta\u00e7\u00f5es depressivas, hiperfuncionamento, idealiza\u00e7\u00f5es ou formas subtis de autoabandono come\u00e7a finalmente a tornar-se pens\u00e1vel. E quando se torna pens\u00e1vel, torna-se inevitavelmente sent\u00edvel. A dor n\u00e3o aparece nesse momento porque algo pior aconteceu. A dor aparece porque algo que esteve anos fora da consci\u00eancia come\u00e7a finalmente a entrar em contacto connosco. N\u00e3o se trata de sofrimento novo. Trata-se do sofrimento antigo que apenas deixou de permanecer protegido pelo sil\u00eancio ps\u00edquico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, a mente humana raramente abandona as suas defesas sem resist\u00eancia. Quando come\u00e7amos a aproximar-nos das zonas internas que durante anos permaneceram dissociadas, frequentemente emerge uma emo\u00e7\u00e3o poderosa, intensa e profundamente mal compreendida: a raiva. Existe uma tend\u00eancia generalizada para interpretar a emerg\u00eancia da agressividade como sinal de regress\u00e3o, desorganiza\u00e7\u00e3o ou agravamento do sofrimento psicol\u00f3gico. Mas muitas vezes a raiva n\u00e3o representa deteriora\u00e7\u00e3o ps\u00edquica. Representa precisamente o momento em que a estrutura defensiva come\u00e7a a falhar. Freud (1917) observou algo extraordinariamente importante ao demonstrar que, em estados melanc\u00f3licos, a agressividade originalmente dirigida ao objeto dececionante pode voltar-se contra o pr\u00f3prio ego atrav\u00e9s de mecanismos identificat\u00f3rios inconscientes. D\u00e9cadas depois, o pensamento psicanal\u00edtico aprofundou radicalmente esta compreens\u00e3o ao demonstrar que grande parte da energia depressiva corresponde precisamente a agressividade desligada do seu movimento vital natural e transformada em ataque silencioso contra a pr\u00f3pria subjetividade. Quando o sujeito come\u00e7a a recuperar contacto com aquilo que perdeu, com aquilo que foi for\u00e7ado a sacrificar para preservar v\u00ednculos fundamentais, com aquilo que precisou apagar dentro de si para continuar pertencendo ao ambiente relacional onde cresceu, essa energia regressa frequentemente sob a forma de raiva intensa. E essa raiva pode n\u00e3o significar destrutividade. Pode significar que algo dentro da pessoa est\u00e1, pela primeira vez, a recusar continuar desaparecido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas talvez exista uma camada ainda mais profunda neste processo. Muitas vezes a raiva n\u00e3o emerge primariamente contra aquilo que nos feriu no passado. A raiva emerge contra o pr\u00f3prio pensamento. Surge como defesa desesperada contra a metaboliza\u00e7\u00e3o emocional que amea\u00e7a destruir estruturas internas fundamentais. Porque pensar verdadeiramente n\u00e3o implica apenas recordar sofrimento. Implica algo muito mais radical: abandonar as solu\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas que nos mantiveram vivos durante d\u00e9cadas. Significa perceber que as formas atrav\u00e9s das quais aprendemos a sobreviver \u2014 a dissocia\u00e7\u00e3o, a idealiza\u00e7\u00e3o, a submiss\u00e3o relacional, a necessidade compulsiva de aprova\u00e7\u00e3o, o retraimento emocional, a hiperadapta\u00e7\u00e3o, a nega\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio desejo, a esperan\u00e7a inconsciente de que algu\u00e9m um dia reparar\u00e1 completamente aquilo que faltou no in\u00edcio da vida \u2014 talvez j\u00e1 n\u00e3o possam continuar a organizar a nossa exist\u00eancia. E quando o psiquismo percebe que est\u00e1 prestes a perder as pr\u00f3prias estruturas que sustentaram a continuidade poss\u00edvel do self, responde frequentemente com viol\u00eancia interna. N\u00e3o porque deseje verdadeiramente destruir algu\u00e9m. Mas porque o pensamento come\u00e7a a amea\u00e7ar destruir a identidade constru\u00edda precisamente para impedir esse pensamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez seja precisamente por isso que o encontro profundo com o outro pode tornar-se t\u00e3o transformador quanto aterrador. Existe uma tend\u00eancia humana para acreditar que odiamos aquilo que nos magoa diretamente. Mas muitas vezes odiamos algo infinitamente mais complexo. Odiamos aquilo que nos obriga a sentir aquilo que durante anos fizemos tudo para n\u00e3o sentir. O outro, simplesmente por existir na sua alteridade radical, possui uma capacidade silenciosa e frequentemente involunt\u00e1ria de romper as dissocia\u00e7\u00f5es que sustentam o nosso equil\u00edbrio ps\u00edquico. Rela\u00e7\u00f5es profundamente significativas tornam-se, inevitavelmente, espelhos ps\u00edquicos. E o sofrimento que emerge nesses encontros nem sempre nasce porque o outro nos fez algo objetivamente destrutivo. Muitas vezes nasce porque a simples exist\u00eancia do outro interrompe a continuidade das defesas que nos protegiam de contactar partes internas demasiado primitivas, demasiado dolorosas ou demasiado incompat\u00edveis com a imagem que aprendemos a construir sobre n\u00f3s pr\u00f3prios para sobreviver. A raiva emerge ent\u00e3o n\u00e3o necessariamente contra a pessoa em si mesma, mas contra aquilo que a presen\u00e7a dessa pessoa torna imposs\u00edvel continuar a evitar. O outro deixa de ser apenas outro. Torna-se convocador involunt\u00e1rio da nossa pr\u00f3pria verdade ps\u00edquica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez uma das experi\u00eancias mais dif\u00edceis da condi\u00e7\u00e3o humana seja reconhecer que n\u00e3o resistimos apenas \u00e0 dor. Resistimos sobretudo \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o que essa dor exige. Porque sentir verdadeiramente implica frequentemente atravessar o luto de vers\u00f5es inteiras de n\u00f3s pr\u00f3prios que foram constru\u00eddas precisamente para nunca mais voltar a sentir aquilo que um dia foi insuport\u00e1vel. Curar n\u00e3o significa apenas diminuir sofrimento. Muitas vezes significa suportar a perda das pr\u00f3prias estruturas internas que garantiram a sobreviv\u00eancia poss\u00edvel at\u00e9 aqui. Significa aceitar que certas formas de depress\u00e3o nunca foram inimigas, tendo funcionado como tentativas profundamente inteligentes de impedir experi\u00eancias de desorganiza\u00e7\u00e3o ainda mais primitivas. Significa compreender que a raiva que emerge n\u00e3o representa necessariamente maldade ou destrutividade, podendo constituir o \u00faltimo esfor\u00e7o desesperado do psiquismo para impedir que o pensamento dissolva estruturas identit\u00e1rias antigas. Significa reconhecer que aquilo a que chamamos sintoma pode ter sido, durante toda uma vida, a forma mais sofisticada de amor que a nossa mente encontrou para nos manter vivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E talvez seja precisamente aqui que reside uma das verdades mais desconcertantes sobre o processo terap\u00eautico, sobre o crescimento emocional e sobre a pr\u00f3pria experi\u00eancia humana de existir: muitas vezes n\u00e3o odiamos aquilo que nos destr\u00f3i. Odiamos aquilo que amea\u00e7a destruir as formas atrav\u00e9s das quais aprendemos a sobreviver. N\u00e3o fugimos apenas do sofrimento. Fugimos da consci\u00eancia radical de quem poderemos ser quando finalmente deixarmos de precisar dele. Porque talvez a maior pergunta nunca tenha sido porque doemos tanto. Talvez a pergunta verdadeiramente transformadora seja outra: se uma parte inteira da nossa identidade foi constru\u00edda precisamente para nunca sentir determinadas verdades internas, estaremos realmente preparados para descobrir quem nos tornamos quando finalmente deixamos de precisar continuar a proteger-nos de n\u00f3s pr\u00f3prios?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bion, W. R. (1962). <em>Learning from Experience<\/em>. London: Heinemann.<br>Freud, S. (1917). <em>Mourning and Melancholia<\/em>. Standard Edition, Vol. XIV. London: Hogarth Press.<br>Green, A. (1983). <em>Narcissism of Life, Narcissism of Death<\/em>. New York: International Universities Press.<br>Winnicott, D. W. (1965). <em>The Maturational Processes and the Facilitating Environment<\/em>. London: Hogarth Press.<br>Winnicott, D. W. (1974). <em>Fear of Breakdown<\/em>. International Review of Psychoanalysis, 1, 103\u2013107.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-66131","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 4.9.9 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"description\" content=\"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.\" \/>\n\t<meta name=\"robots\" content=\"max-image-preview:large\" \/>\n\t<meta name=\"author\" content=\"Nuno Tomaz Santos\"\/>\n\t<meta name=\"google-site-verification\" content=\"InW_P7PaLU5dm2urBV_fe90cMW07VegadZvuaLOXhZo\" \/>\n\t<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131\" \/>\n\t<meta name=\"generator\" content=\"All in One SEO (AIOSEO) 4.9.9\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:site_name\" content=\"Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia - Psic\u00f3logo cl\u00ednico, Sexologia Cl\u00ednica, Psicoterapeuta Relacional\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:title\" content=\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:description\" content=\"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-06-22T15:54:56+00:00\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-06-22T17:00:27+00:00\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/nuno.tomaz.santos.psicologia.psicoterapi\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:author\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/share\/1GyuaZZZCF\/\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:title\" content=\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:description\" content=\"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.\" \/>\n\t\t<script type=\"application\/ld+json\" class=\"aioseo-schema\">\n\t\t\t{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"BlogPosting\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#blogposting\",\"name\":\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia\",\"headline\":\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?author=2#author\"},\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/#organization\"},\"datePublished\":\"2026-06-22T15:54:56+00:00\",\"dateModified\":\"2026-06-22T17:00:27+00:00\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#webpage\"},\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#webpage\"},\"articleSection\":\"Uncategorized\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#breadcrumblist\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt#listItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?cat=1#listItem\",\"name\":\"Uncategorized\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?cat=1#listItem\",\"position\":2,\"name\":\"Uncategorized\",\"item\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?cat=1\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#listItem\",\"name\":\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?\"},\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt#listItem\",\"name\":\"Home\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#listItem\",\"position\":3,\"name\":\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?\",\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?cat=1#listItem\",\"name\":\"Uncategorized\"}}]},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/#organization\",\"name\":\"Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia\",\"description\":\"Psic\\u00f3logo cl\\u00ednico, Sexologia Cl\\u00ednica, Psicoterapeuta Relacional\",\"url\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/\",\"telephone\":\"+351965201968\",\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/nuno.tomaz.santos.psicologia.psicoterapi\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/nuno.tomaz.santos.psicologia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/in\\\/nuno-tomaz-santos-26952815\\\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?author=2#author\",\"url\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?author=2\",\"name\":\"Nuno Tomaz Santos\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#authorImage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/7afe25209bff402fb980f783b013058dbf17d4d2f1796d98967ae5d7c9b0313d?s=96&d=mm&r=g\",\"width\":96,\"height\":96,\"caption\":\"Nuno Tomaz Santos\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/share\\\/1GyuaZZZCF\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/nuno.tomaz.santos.psicologia?igsh=cGI2MzJpMHNleWVz\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/in\\\/nuno-tomaz-santos-26952815?utm_source=share&utm_campaign=share_via&utm_content=profile&utm_medium=android_app\"]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#webpage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131\",\"name\":\"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia\",\"description\":\"Existe uma ideia profundamente sedutora \\u2014 e talvez perigosamente simplista \\u2014 de que a sa\\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\\u00edquico.\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/#website\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?p=66131#breadcrumblist\"},\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?author=2#author\"},\"creator\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/?author=2#author\"},\"datePublished\":\"2026-06-22T15:54:56+00:00\",\"dateModified\":\"2026-06-22T17:00:27+00:00\"},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/\",\"name\":\"Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia\",\"description\":\"Psic\\u00f3logo cl\\u00ednico, Sexologia Cl\\u00ednica, Psicoterapeuta Relacional\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\\\/#organization\"}}]}\n\t\t<\/script>\n\t\t<!-- All in One SEO -->\n\n","aioseo_head_json":{"title":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","description":"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.","canonical_url":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131","robots":"max-image-preview:large","keywords":"","webmasterTools":{"google-site-verification":"InW_P7PaLU5dm2urBV_fe90cMW07VegadZvuaLOXhZo","miscellaneous":""},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#blogposting","name":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","headline":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?","author":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?author=2#author"},"publisher":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/#organization"},"datePublished":"2026-06-22T15:54:56+00:00","dateModified":"2026-06-22T17:00:27+00:00","inLanguage":"pt-PT","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#webpage"},"isPartOf":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#webpage"},"articleSection":"Uncategorized"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#breadcrumblist","itemListElement":[{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt#listItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?cat=1#listItem","name":"Uncategorized"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?cat=1#listItem","position":2,"name":"Uncategorized","item":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?cat=1","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#listItem","name":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?"},"previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt#listItem","name":"Home"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#listItem","position":3,"name":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?","previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?cat=1#listItem","name":"Uncategorized"}}]},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/#organization","name":"Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","description":"Psic\u00f3logo cl\u00ednico, Sexologia Cl\u00ednica, Psicoterapeuta Relacional","url":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/","telephone":"+351965201968","sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/nuno.tomaz.santos.psicologia.psicoterapi","https:\/\/www.instagram.com\/nuno.tomaz.santos.psicologia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/in\/nuno-tomaz-santos-26952815\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?author=2#author","url":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?author=2","name":"Nuno Tomaz Santos","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#authorImage","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/7afe25209bff402fb980f783b013058dbf17d4d2f1796d98967ae5d7c9b0313d?s=96&d=mm&r=g","width":96,"height":96,"caption":"Nuno Tomaz Santos"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/share\/1GyuaZZZCF\/","https:\/\/www.instagram.com\/nuno.tomaz.santos.psicologia?igsh=cGI2MzJpMHNleWVz","https:\/\/www.linkedin.com\/in\/nuno-tomaz-santos-26952815?utm_source=share&utm_campaign=share_via&utm_content=profile&utm_medium=android_app"]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#webpage","url":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131","name":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","description":"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.","inLanguage":"pt-PT","isPartOf":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/#website"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131#breadcrumblist"},"author":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?author=2#author"},"creator":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?author=2#author"},"datePublished":"2026-06-22T15:54:56+00:00","dateModified":"2026-06-22T17:00:27+00:00"},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/#website","url":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/","name":"Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","description":"Psic\u00f3logo cl\u00ednico, Sexologia Cl\u00ednica, Psicoterapeuta Relacional","inLanguage":"pt-PT","publisher":{"@id":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/#organization"}}]},"og:locale":"pt_PT","og:site_name":"Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia - Psic\u00f3logo cl\u00ednico, Sexologia Cl\u00ednica, Psicoterapeuta Relacional","og:type":"article","og:title":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","og:description":"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.","og:url":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131","article:published_time":"2026-06-22T15:54:56+00:00","article:modified_time":"2026-06-22T17:00:27+00:00","article:publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/nuno.tomaz.santos.psicologia.psicoterapi","article:author":"https:\/\/www.facebook.com\/share\/1GyuaZZZCF\/","twitter:card":"summary_large_image","twitter:title":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos? - Nuno Tomaz Santos - Psicoterapia","twitter:description":"Existe uma ideia profundamente sedutora \u2014 e talvez perigosamente simplista \u2014 de que a sa\u00fade mental consiste em sentir menos dor, reduzir sintomas e afastar-nos de tudo aquilo que perturba a nossa estabilidade emocional. Aprendemos culturalmente a acreditar que o sofrimento representa sempre sinal de doen\u00e7a e que o caminho da cura passa inevitavelmente por Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico."},"aioseo_meta_data":{"post_id":"66131","title":null,"description":"#post_excerpt Porque sentimos depress\u00e3o, raiva e vazio? Descubra como a mente cria defesas emocionais para sobreviver ao trauma e ao sofrimento ps\u00edquico.","keywords":null,"keyphrases":{"focus":{"keyphrase":"trauma","score":53,"analysis":{"keyphraseInTitle":{"score":3,"maxScore":9,"error":1},"keyphraseInDescription":{"score":9,"maxScore":9,"error":0},"keyphraseLength":{"score":9,"maxScore":9,"error":0,"length":1},"keyphraseInIntroduction":{"score":3,"maxScore":9,"error":1},"keyphraseInSubHeadings":[],"keyphraseInImageAlt":[],"keywordDensity":{"score":0,"type":"low","maxScore":9,"error":1}}},"additional":[]},"primary_term":null,"canonical_url":null,"og_title":null,"og_description":null,"og_object_type":"default","og_image_type":"default","og_image_url":null,"og_image_width":null,"og_image_height":null,"og_image_custom_url":null,"og_image_custom_fields":null,"og_video":"","og_custom_url":null,"og_article_section":null,"og_article_tags":null,"twitter_use_og":false,"twitter_card":"default","twitter_image_type":"default","twitter_image_url":null,"twitter_image_custom_url":null,"twitter_image_custom_fields":null,"twitter_title":null,"twitter_description":null,"schema":{"blockGraphs":[],"customGraphs":[],"default":{"data":{"Article":[],"Course":[],"Dataset":[],"FAQPage":[],"Movie":[],"Person":[],"Product":[],"ProductReview":[],"Car":[],"Recipe":[],"Service":[],"SoftwareApplication":[],"WebPage":[]},"graphName":"BlogPosting","isEnabled":true},"graphs":[]},"schema_type":"default","schema_type_options":null,"pillar_content":false,"robots_default":true,"robots_noindex":false,"robots_noarchive":false,"robots_nosnippet":false,"robots_nofollow":false,"robots_noimageindex":false,"robots_noodp":false,"robots_notranslate":false,"robots_max_snippet":"-1","robots_max_videopreview":"-1","robots_max_imagepreview":"large","priority":null,"frequency":"default","local_seo":null,"breadcrumb_settings":null,"limit_modified_date":false,"ai":{"faqs":[],"keyPoints":[],"schemas":[],"titles":[],"descriptions":[],"socialPosts":{"email":[],"linkedin":[],"twitter":[],"facebook":[],"instagram":[]}},"created":"2026-06-22 15:54:57","updated":"2026-06-22 17:23:57","seo_analyzer_scan_date":null},"aioseo_breadcrumb":"<div class=\"aioseo-breadcrumbs\"><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\" title=\"Home\">Home<\/a>\n\t\t<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb-separator\">\u00bb<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?cat=1\" title=\"Uncategorized\">Uncategorized<\/a>\n\t\t<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb-separator\">\u00bb<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\tE Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?\n\t\t<\/span><\/div>","aioseo_breadcrumb_json":[{"label":"Home","link":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt"},{"label":"Uncategorized","link":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?cat=1"},{"label":"E Se Aquilo Que Mais Nos Faz Sofrer For Precisamente Aquilo Que Est\u00e1 a Tentar Impedir-nos de Sentir a Verdade Sobre Quem Somos?","link":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=66131"}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/66131","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=66131"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/66131\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66132,"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/66131\/revisions\/66132"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=66131"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=66131"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=66131"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}