{"id":65948,"date":"2025-10-27T15:26:41","date_gmt":"2025-10-27T15:26:41","guid":{"rendered":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=65948"},"modified":"2025-10-30T21:03:17","modified_gmt":"2025-10-30T21:03:17","slug":"quando-o-amor-se-torna-demais-a-mae-que-procura-no-filho-o-pai-que-nunca-teve","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/?p=65948","title":{"rendered":"Quando o Amor se Torna Demais: A M\u00e3e que Procura no Filho o Pai que Nunca Teve"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-683x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-65949\" style=\"width:290px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-683x1024.jpeg 683w, https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-200x300.jpeg 200w, https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-768x1152.jpeg 768w, https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-370x555.jpeg 370w, https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-840x1260.jpeg 840w, https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio-410x615.jpeg 410w, https:\/\/nunotomazsantos-psicoterapia.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Imagem-Mae-Vazio.jpeg 1024w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u201cH\u00e1 m\u00e3es que amam com a for\u00e7a de quem conheceu o vazio demasiado cedo.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 m\u00e3es cujo amor parece n\u00e3o ter limites. Amam com a for\u00e7a de quem sobreviveu \u00e0 car\u00eancia, com a urg\u00eancia de quem conheceu o vazio demasiado cedo. \u00c0 primeira vista, s\u00e3o m\u00e3es devotadas, presentes, incans\u00e1veis \u2014 aquelas que d\u00e3o tudo. Mas, por vezes, esse \u201ctudo\u201d \u00e9 o problema. Por detr\u00e1s do excesso de amor, pode esconder-se uma dor antiga: a aus\u00eancia de um amor que as pensasse, um pai que as visse, uma inf\u00e2ncia sem espelho. \u00c9 nesse vazio que o filho nasce, n\u00e3o apenas como crian\u00e7a, mas como promessa de repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Winnicott (1960) dizia que o amor maduro implica a capacidade de o outro existir fora de n\u00f3s. Para isso, \u00e9 necess\u00e1rio um espa\u00e7o interno suficientemente habitado \u2014 uma mente que tenha sido pensada, contida e diferenciada. Quando essa experi\u00eancia falha na inf\u00e2ncia, o amor pode tornar-se um mecanismo de defesa contra a solid\u00e3o ps\u00edquica. A mulher que n\u00e3o teve um pai emocionalmente presente, ou uma m\u00e3e capaz de simbolizar a aus\u00eancia, pode crescer com um buraco de espelho: uma parte do eu que nunca se viu refletida. E quando se torna m\u00e3e, \u00e9 o filho que passa a ocupar esse espelho em falta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Coimbra de Matos (2002, 2011) descreve magistralmente essa condi\u00e7\u00e3o ao falar das \u201cm\u00e3es dos filhos em depress\u00e3o neur\u00f3tica\u201d \u2014 mulheres que, por n\u00e3o terem sido pensadas enquanto filhas, desenvolvem uma necessidade compulsiva de serem indispens\u00e1veis. O amor torna-se, assim, uma tentativa de existir. Estas m\u00e3es n\u00e3o conseguem tolerar a diferen\u00e7a entre elas e o filho; confundem a proximidade com fus\u00e3o, o cuidado com dom\u00ednio. O filho \u00e9 investido como um prolongamento narc\u00edsico do seu self ferido, um espelho onde procuram ver o amor que nunca receberam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trata-se de um amor ansioso, que d\u00e1 demais, mas que, paradoxalmente, nunca satisfaz. O excesso aqui n\u00e3o \u00e9 generosidade \u2014 \u00e9 defesa contra a falta. Dar em excesso \u00e9 uma forma de negar o vazio interno, de n\u00e3o sentir o medo da rejei\u00e7\u00e3o. A m\u00e3e oferece tudo para garantir que o filho nunca se afasta, que nunca a desilude como os outros o fizeram. Mas o que o filho aprende \u00e9 que o amor \u00e9 algo a que deve corresponder \u2014 e n\u00e3o uma experi\u00eancia livre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fairbairn (1952) ajudou-nos a compreender esta din\u00e2mica ao mostrar que o sujeito, quando privado de amor aut\u00eantico, n\u00e3o renuncia \u00e0 necessidade de liga\u00e7\u00e3o \u2014 antes internaliza o objeto frustrante e aprende a amar o que o fere. O filho de uma m\u00e3e que ama em excesso pode, assim, sentir que a \u00fanica forma de ser amado \u00e9 corresponder ao amor dela, sacrificando o pr\u00f3prio desejo. Cresce com culpa, medo e uma forma precoce de submiss\u00e3o afetiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A m\u00e3e que procura no filho o pai que nunca teve, sem o saber, erotiza simbolicamente o v\u00ednculo. Essa erotiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 sexual, mas emocional: o filho torna-se o lugar da ternura que ela n\u00e3o conheceu, o porto de seguran\u00e7a que faltou na inf\u00e2ncia. Ele \u00e9 o confidente, o aliado, o \u201chomem da casa\u201d. Em muitos casos, assume desde cedo uma fun\u00e7\u00e3o de suporte emocional, de pequeno terapeuta materno. A fronteira entre o amor materno e o amor de casal torna-se difusa, e o filho cresce sentindo-se simultaneamente especial e aprisionado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Golse (1999) descreve esse tipo de fus\u00e3o como uma \u201calian\u00e7a simbi\u00f3tica\u201d que impede o desenvolvimento da alteridade. A m\u00e3e e o filho tornam-se coautores de um mesmo enredo afetivo: ela precisa de ser indispens\u00e1vel; ele precisa de ser amado. A consequ\u00eancia \u00e9 que o filho n\u00e3o aprende a diferenciar o pr\u00f3prio desejo. Cada tentativa de separa\u00e7\u00e3o \u00e9 vivida como trai\u00e7\u00e3o, e cada express\u00e3o de autonomia \u00e9 recebida com dor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Do ponto de vista do desenvolvimento emocional, esta rela\u00e7\u00e3o instala uma dificuldade precoce na regula\u00e7\u00e3o dos afetos. A crian\u00e7a aprende que a sua raiva ou a sua dist\u00e2ncia podem magoar a m\u00e3e \u2014 e, portanto, reprime-as. O \u00f3dio, que em Winnicott (1958) \u00e9 uma etapa essencial para a individua\u00e7\u00e3o, \u00e9 transformado em culpa. O resultado \u00e9 um self dividido: uma parte que deseja liberdade e outra que teme destruir o objeto amado. Esta cis\u00e3o \u00e9, muitas vezes, o ber\u00e7o da ambival\u00eancia afetiva que mais tarde emerge nas rela\u00e7\u00f5es adultas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bion (1962) lembrava que a capacidade de amar implica suportar o \u00f3dio sem retaliar. A m\u00e3e que n\u00e3o viveu essa experi\u00eancia com os seus pr\u00f3prios pais n\u00e3o consegue tolerar o \u00f3dio do filho \u2014 nem o seu. O amor, ent\u00e3o, transforma-se em conten\u00e7\u00e3o for\u00e7ada, em ternura sufocante. Quando o filho manifesta agressividade ou frustra\u00e7\u00e3o, ela interpreta-o como rejei\u00e7\u00e3o e responde com m\u00e1goa. A rela\u00e7\u00e3o deixa de ser um espa\u00e7o de pensamento e torna-se um circuito fechado de necessidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonagy e Target (1997) explicam que, nestes casos, a <em>fun\u00e7\u00e3o reflexiva<\/em> da m\u00e3e \u2014 a capacidade de imaginar os estados mentais do filho \u2014 fica comprometida. A sua dor n\u00e3o simbolizada contamina o campo relacional: ela projeta no filho os fantasmas da pr\u00f3pria inf\u00e2ncia e reage a partir deles. O filho torna-se, assim, palco de uma hist\u00f3ria que n\u00e3o \u00e9 sua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta din\u00e2mica tem uma caracter\u00edstica comum a todos os amores excessivos: a recusa da perda. A m\u00e3e que d\u00e1 em excesso ama com medo. Medo de que o filho sinta a mesma solid\u00e3o que ela sentiu, medo de que a afaste e a confronte com o vazio do pai ausente. Por isso, procura antecipar tudo, resolver tudo, proteger de tudo \u2014 e, ao faz\u00ea-lo, impede que o filho viva. Winnicott (1960) dizia que o amadurecimento implica a capacidade de \u201cdesiludir a m\u00e3e sem a destruir\u201d. Mas, para isso, \u00e9 preciso que a m\u00e3e suporte ser desiludida. A m\u00e3e que ama demais n\u00e3o suporta a desilus\u00e3o \u2014 confunde a autonomia do filho com abandono, e a sua aus\u00eancia com ingratid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O amor torna-se ent\u00e3o uma pris\u00e3o suave: o filho n\u00e3o pode crescer sem sentir que est\u00e1 a trair a m\u00e3e, e a m\u00e3e n\u00e3o pode libert\u00e1-lo sem sentir que est\u00e1 a morrer. Esta forma de amor n\u00e3o \u00e9 aus\u00eancia de ternura \u2014 \u00e9 ternura que n\u00e3o conhece fronteira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A psican\u00e1lise relacional contempor\u00e2nea (Mitchell, 1993; Benjamin, 1995) trouxe um contributo importante para compreender esta invers\u00e3o dos lugares afetivos. Quando o v\u00ednculo prim\u00e1rio \u00e9 marcado por car\u00eancia, o sujeito cresce com uma ferida de reconhecimento. A m\u00e3e, ao usar o filho como espelho reparador, n\u00e3o o v\u00ea enquanto outro, mas como espelho de si mesma. Jessica Benjamin (1995) chama a isto \u201ca impossibilidade de mutualidade\u201d: uma rela\u00e7\u00e3o em que o outro existe apenas na medida em que confirma o eu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na cl\u00ednica, este tipo de matriz vincular \u00e9 frequente em pacientes com dificuldades de diferencia\u00e7\u00e3o afetiva, culpa difusa e medo da separa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o pessoas que aprenderam a amar cuidando, a proteger para n\u00e3o perder, a doar para garantir v\u00ednculo. O amor torna-se vigil\u00e2ncia \u2014 uma forma sofisticada de controlo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Coimbra de Matos (2011) sublinha que \u201ca verdadeira maternidade come\u00e7a quando a m\u00e3e aceita que o filho tem o direito de ser um outro\u201d. Essa aceita\u00e7\u00e3o \u00e9, no fundo, o ponto de viragem entre o amor reparador e o amor transformador. A m\u00e3e suficientemente boa sabe que o amor n\u00e3o \u00e9 a elimina\u00e7\u00e3o da falta, mas a possibilidade de habit\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desafio terap\u00eautico, nestes casos, \u00e9 duplo. Por um lado, \u00e9 preciso oferecer \u00e0 m\u00e3e \u2014 ou ao paciente que traz essa m\u00e3e internalizada \u2014 uma nova experi\u00eancia de rela\u00e7\u00e3o: um v\u00ednculo onde o amor n\u00e3o dependa da fus\u00e3o. Por outro, \u00e9 necess\u00e1rio ajudar o sujeito a reconhecer a pr\u00f3pria necessidade de ser necess\u00e1rio, e o medo subjacente de deixar de ser amado se deixar de ser indispens\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ser suficientemente bom, para estas m\u00e3es e para os filhos que delas nasceram, significa reaprender a viver com a incompletude. \u00c9 poder dizer: \u201cn\u00e3o sou tudo para ti, e mesmo assim existo para ti\u201d. \u00c9 aceitar que amar \u00e9 tamb\u00e9m deixar ir \u2014 e que o amor que liberta \u00e9, paradoxalmente, o mais fiel de todos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A m\u00e3e que procura o pai no filho carrega uma heran\u00e7a invis\u00edvel: a hist\u00f3ria de uma filha n\u00e3o pensada. Mas se conseguir, em algum momento da sua vida, reconhecer essa hist\u00f3ria, pode come\u00e7ar a libertar o filho do destino de a repetir. E talvez a\u00ed, finalmente, o amor se torne o que sempre quis ser: um espa\u00e7o de dois, e n\u00e3o de um s\u00f3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Benjamin, J. (1995). <em>Like subjects, love objects: Essays on recognition and sexual difference.<\/em> New Haven, CT: Yale University Press.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bion, W. R. (1962). <em>Learning from experience.<\/em> London: Heinemann.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Coimbra de Matos, A. (2002). <em>A cl\u00ednica e o sentido da vida: Ensaios de psican\u00e1lise relacional.<\/em> Lisboa: Climepsi Editores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Coimbra de Matos, A. (2011). <em>A teoria dos afectos: Psican\u00e1lise, \u00e9tica e t\u00e9cnica.<\/em> Lisboa: Climepsi Editores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fairbairn, W. R. D. (1952). <em>Psychoanalytic studies of the personality.<\/em> London: Tavistock.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonagy, P., &amp; Target, M. (1997). Attachment and reflective function: Their role in self-organization. <em>Development and Psychopathology, 9<\/em>(4), 679\u2013700.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Golse, B. (1999). <em>Le d\u00e9veloppement affectif et intellectuel de l\u2019enfant.<\/em> Paris: Presses Universitaires de France.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mitchell, S. A. (1993). <em>Hope and dread in psychoanalysis.<\/em> New York, NY: Basic Books.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Winnicott, D. W. (1958). The capacity to be alone. <em>The International Journal of Psychoanalysis, 39<\/em>, 416\u2013420.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Winnicott, D. W. (1960). The theory of the parent-infant relationship. <em>International Journal of Psycho-Analysis, 41<\/em>, 585\u2013595.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cH\u00e1 m\u00e3es que amam com a for\u00e7a de quem conheceu o vazio demasiado cedo.\u201d H\u00e1 m\u00e3es cujo amor parece n\u00e3o ter limites. 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